Como a WE Impact e a KPMG promovem o sucesso de startups fundadas por mulheres e o que isso tem a ver com ESG

Você sabe o que é ESG e como essa prática pode ajudar fundadoras a conquistar sucesso nos negócios e na busca por investimentos? Descubra um pouco mais sobre essa sigla e o que ela tem a ver com a Chamada WE Impact + KPMG!

Como a WE Impact e a KPMG promovem práticas ESG

A sigla ESG (Environmental, Social and Governance) se refere às boas práticas ambientais, de responsabilidade social e de governança nas corporações. O termo surgiu no ano de 2004, em uma campanha realizada pela ONU – Organização das Nações Unidas, para promover e orientar empresas sobre responsabilidade corporativa.

Um playbook sobre ESG para startups produzido pelo BR Angels, que faz parte da WE Impact Network, nossa rede de parceiros, mostra alguns exemplos práticos sobre cada pilar:

No quesito Impacto ambiental (E), essas práticas podem ser voltadas a: redução da emissão de gases de efeito estufa e poluentes, redução da geração de resíduos tóxicos e do desperdício de recursos e melhor utilização de recursos hídricos e energéticos, entre outras ações.

Em relação à Responsabilidade Social (S), são diretamente ligadas à promoção da diversidade, equidade e inclusão, a construir uma boa relação com a comunidade, a respeitar o consumidor e os direitos trabalhistas e ao pagamento de tributos.

Já a Governança (G) influencia as corporações a agirem com transparência e ética em áreas como: estrutura do board e responsabilidade, estrutura do comitê de auditoria e independência dos auditores externos, remuneração dos executivos e políticas de integridade e anticorrupção.

 

E como isso pode influenciar o seu negócio?

Práticas ESG estão alinhadas a inúmeras vantagens competitivas no mercado. De acordo com uma pesquisa da Union e Webster, 87% dos consumidores brasileiros preferem produtos e serviços de empresas sustentáveis e 70% não se importam em pagar um pouco mais por isso.

Essa vantagem pode ser vista também na criação de uma cultura organizacional forte e na retenção de talentos: um estudo da Net Impact mostrou que 53% dos funcionários entrevistados acreditam que ter um trabalho onde possam gerar impacto positivo é importante para a sua felicidade e 58% aceitariam receber menos para trabalhar em uma empresa alinhada a seus valores.

E não foram apenas os consumidores e os colaboradores que o ESG conquistou, mas também os investidores! No ano passado, foram registrados 85 novos fundos declarados como sustentáveis e, globalmente, iniciativas do tipo vem movimentando cerca de US$ 30 trilhões segundo a Global Sustainable Investment Alliance.

Há uma tendência também em fundos que querem contribuir com a diversidade. O relatório “Catalisando a igualdade” produzido com a participação de gestores de fundos, integrantes de redes de anjos e investidores da América Latina, mostra que 59% entrevistados possuem estratégias voltadas para gênero e 34% relataram que estão em processo de desenvolvimento.

Relatórios e métricas sobre as estratégias voltadas para boas práticas de meio-ambiente, impacto social e governança se tornam cada vez mais importantes para esses stakeholders.

 

A diversidade e o empoderamento feminino têm ligação com ESG?

A promoção da equidade de gênero está inserida no pilar social do ESG. Ainda dentro do universo dos investimentos, em uma realidade tradicional, quando uma empreendedora realiza um pitch do seu negócio para investidores, ela recebe cerca de US$ 1 milhão a menos em comparação ao valor que homens donos de negócios conseguem captar diante da mesma situação, segundo dados do Boston Consulting Group (BCG).

A baixa representatividade feminina na tecnologia, a desigualdade de gênero nos negócios e os desafios enfrentados por elas durante a busca por investimentos são fatores que trazem à tona a importância de ações direcionadas ao empoderamento feminino dento de empresas de todos os tipos, e esse pilar está ganhando cada vez mais força dentro do ESG nos últimos anos.

A atuação da WE Impact se insere neste cenário, tendo como propósito apoiar mulheres fundadoras a construírem startups tecnológicas, escaláveis e globais.

Além da busca por um mundo mais justo e igualitário, podemos citar uma maior rentabilidade como motivo para defender e praticar os investimentos com lente de gênero: dados levantados pelo BCG apontam que empresas fundadas por mulheres geram receitas maiores (mais que o dobro por dólar investido) do que as fundadas por homens.

A diversidade, a inclusão e o olhar interseccional (que leva em consideração as diferenças e desigualdades presentes dentro do gênero feminino) fazem parte dos nossos valores inegociáveis e trabalhamos para promovê-los no ecossistema de startups, entre as corporações e na sociedade.

E não fazemos isso sozinhas: contamos com conexões valiosas, como a parceria com a KPMG Brasil. A empresa, que presta serviços de Audit, Tax e Advisory, age diretamente no pilar da governança, ajudando seus clientes a atenuar riscos e a descobrir boas oportunidades de negócios.

Além dos serviços prestados, a corporação se dedica também ao compromisso de preservar e reduzir os riscos ambientais, por meio de ações como: neutralização do Carbono (com 100% das emissões de gases de efeito estufa compensadas), 2700 horas de educação para a sustentabilidade e reciclando 18,3 toneladas de resíduos.

 

Como a KPMG e WE Impact promovem o empoderamento e a equidade de gênero na sociedade

No pilar impacto social positivo, a KPMG tem atuação muito forte na luta pela equidade de gênero e empoderamento feminino. A multinacional promove uma série de ações com o objetivo de ampliar a participação das mulheres na liderança, estando à frente de iniciativas voltadas para o bem-estar durante e após a gestação, equalização de salários-base criação de um comitê de Inclusão e Diversidade, entre outras. Além disso, é uma signatária dos Princípios de Empoderamento das Mulheres, da ONU Mulheres.

Tais ações já geraram para a KPMG o reconhecimento na categoria Diamante no Prêmio WEPs Brasil 2021, participação no Guia Exame de Diversidade como uma das empresas mais diversas do Brasil, e menção no relatório Mulheres na Liderança 2019 com as melhores práticas na promoção de equidade de gênero no segmento de Consultoria Ipsos.

Uma de suas iniciativas mais recentes foi o investimento de R$ 1 milhão na WE Impact, marcando o início de uma parceria que irá contribuir com o sucesso de mulheres fundadoras, buscando diminuir a desigualdade no ecossistema de startups, nos investimentos e, consequentemente, na sociedade.

Essa parceria inédita e pioneira em todo o mundo – somos a primeira já startup investida pela empresa globalmente – inaugura a atuação da KPMG com foco no empreendedorismo feminino em tecnologia, dando mais um importante passo no fomento da equidade de gênero.

 

Chamada WE Impact + KPMG

A primeira ação que surge dessa parceria é a Chamada WE Impact + KPMG, voltada para startups fundadas ou lideradas por mulheres, com modelo B2B e que tenham desenvolvido um software.

A iniciativa busca investir em soluções das seguintes áreas de atuação: ESG, Open Banking, Open Finance, Cyber Security, Legaltech, Taxtech, Martech, RHtech e Edutech.

O objetivo da Chamada é não só realizar investimento financeiro nessas startups, como também contribuir para a jornada das empreendedoras por meio do networking, compartilhamento de aprendizados, experiência e acompanhamento hands-on no desenvolvimento de seus produtos e negócios.

As inscrições ficam abertas até o dia 18 de outubro. Acesse a página da Chamada WE Impact + KPMG para conferir o regulamento e realizar sua inscrição!

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